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Hora de reformar a governança do Banco Central
A expertise necessária para decidir sobre risco sistêmico, supervisão, resolução ou juros é radicalmente diferente da exigida, por exemplo, para a gestão corporativa ou as relações institucionais Por Jefferson Alvares A autonomia que o Banco Central conquistou em anos recentes não encerra a sua agenda de modernização institucional. A autonomia exige como contrapartida uma estrutura de governança que impeça a concentração excessiva de poder decisório mediante controles interno

Jeff Alvares
há 1 dia4 min de leitura
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